Governo estuda restringir crédito público a empresas por assédio eleitoral
Ministro do Trabalho anuncia proposta de cadastro; MPT informa recebimento de 1.140 denúncias em três dias

O governo federal estuda criar um cadastro de empresas que pratiquem assédio eleitoral e restringir seu acesso a crédito público. A proposta foi apresentada pelo ministro do Trabalho, Luiz Marinho, segundo reportagem da Agência Brasil.
A iniciativa foi anunciada durante uma coletiva sobre pressões, ameaças e demissões relacionadas à preferência política de trabalhadores. Marinho também informou a criação de uma força-tarefa para enfrentar essas práticas.
Na mesma ocasião, o Ministério Público do Trabalho relatou o recebimento de pelo menos 1.140 denúncias nos três dias anteriores. Desde o início da campanha, o total informado chegou a 3.080.
Os registros representam denúncias que precisam ser apuradas, e não condenações das empresas mencionadas. A restrição de crédito foi apresentada como medida em estudo, sem detalhamento de uma regulamentação já implementada na reportagem consultada.