Muitas pessoas acreditam que deixar água e ração suficiente é o bastante para viajar com tranquilidade. Entretanto, a prefeitura de Santos proibiu animais sozinhos por mais de 36 horas sob pena pesada. A nova determinação visa evitar riscos graves em espaços desabitados. A medida define como infração “deixar animais sozinhos em espaços particulares, quando vazios ou ausentes seus moradores, por período superior a 36 (trinta e seis) horas”. Isso exige vigilância humana contínua e responsável. Dessa forma, a lei foca na presença física de quem possa agir em casos de possíveis emergências. Situações como quedas de energia ou falta de água agora demandam um olhar atento e constante no local. Quem desrespeitar o limite de tempo estabelecido pode enfrentar multas que chegam a R$ 10 mil reais. O valor mínimo começa entre R$ 1.500, mas cresce rapidamente em casos mais graves ou específicos. Além disso, a reincidência é um fator que faz com que o valor da penalidade seja aplicado dobrado. A lei deixa claro que apenas encher os potes de ração não isenta o tutor da punição. Antes de arrumar as malas, organize uma pessoa de confiança para possuir a chave do seu imóvel. É essencial que essa pessoa faça visitas frequentes para monitorar a saúde e o ambiente do pet. Ademais, garanta que o animal tenha estímulos e que toda a rotina de medicação esteja bem anotada. Se preferir maior segurança, hospedar o bicho em hotéis especializados para animais é o caminho mais indicado. Órgãos de proteção animal e fiscalização ambiental da cidade são os responsáveis por verificar possíveis descumprimentos da norma. A população pode colaborar denunciando casos suspeitos através do site da prefeitura ou pela Ouvidoria. Também é possível utilizar a Delegacia Eletrônica de Proteção Animal para reportar situações de maus-tratos de forma online. Essa rede de proteção visa garantir que nenhum animal sofra com o isolamento forçado. Diversas cidades brasileiras estão atualizando seus códigos para combater a negligência de forma mais severa atualmente. Santos é um exemplo desse endurecimento legislativo que busca proteger o bem-estar animal contra abandono temporário. Em suma, os tutores devem estar cientes de que a consciência sobre o cuidado agora é obrigatória. Pesquisar a legislação local é o primeiro passo para garantir uma viagem segura para toda a família.
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