Tomar azeite extravirgem em jejum, logo de manhã, é um ritual simples que se espalhou por juntar tradição e a busca por benefícios para o corpo. O azeite já é conhecido por aparecer no dia a dia como tempero, por ser fonte de vitaminas e antioxidantes. A diferença, aqui, é o consumo direto, em colher, antes do café da manhã. A experiência de uma mulher que consumiu durante um curto período chamou a atenção. O hábito começou por causa de problemas digestivos, principalmente azia persistente. Depois de algumas semanas, a sensação foi de melhora gradual, e a rotina passou a seguir sem exageros. O azeite de oliva é uma gordura monoinsaturada composta por triglicerídeos. Entre os ácidos graxos citados estão oleico, linoleico, palmítico e esteárico, com destaque para o ácido oleico. Ele também concentra antioxidantes e polifenóis, além de vitamina E, fitoesteróis e esqualeno, e provitamina A. Esse pacote ajuda a entender por que o azeite é chamado de “elixir da longevidade”. O consumo regular é ligado à redução do colesterol e ao menor risco de doenças cardiovasculares, além de fortalecimento do sistema imunológico. Também aparece associado a ossos mais fortes desde a infância. Entre os efeitos citados, entram ação anti-inflamatória e apoio no tratamento da artrite e de dores articulares. Há ainda menções a propriedades antitumorais em substâncias como hidroxitirosol e tirosol. Outros pontos incluem combate a radicais livres e envelhecimento celular, melhora da absorção de vitaminas e minerais, apoio à digestão e aumento de serotonina no cérebro, com possível impacto em humor e bem-estar. Um estudo no Journal of the American College of Cardiology associa o consumo diário de 2 colheres de sopa de azeite (equivalente a 7 g) a risco reduzido de doenças cardiovasculares, pulmonares e neurodegenerativas. O detalhe decisivo é a condição: o efeito aparece quando o azeite substitui outras fontes de gordura, como manteiga e margarina. A mensagem é ajustar escolhas, não apenas adicionar mais um item ao dia. Tomar azeite em jejum entra como um hábito comparado a outras rotinas matinais, como água com vinagre de maçã ou água com limão. A proposta é usar o jejum como uma janela para efeitos mais direcionados. Aqui, o azeite foi usado para aliviar azia ligada ao estresse e à alimentação inadequada. Em poucos dias, veio a sensação de que ele criava uma camada protetora no estômago. Com o passar das semanas, os episódios de azia e a dificuldade para digerir diminuíram. Mesmo sem tratar isso como certeza absoluta, a decisão foi seguir com dose controlada. A recomendação é tomar o azeite em jejum logo ao acordar e aguardar meia hora antes do café da manhã. A constância entra como parte do resultado para saúde e aparência. Quando a opção é em jejum, a sugestão é limitar a 1 colher de sopa, ou no máximo 2, dependendo do corpo e do quanto de azeite ainda será usado como tempero no restante das refeições. Também existe quem prefira tomar antes de dormir por causa da melatonina, descrita como abundante no azeite. A escolha pode funcionar como apoio natural ao sono dentro da rotina. Mesmo assim, a manhã aparece como opção preferível, já que o organismo em jejum absorveria melhor os nutrientes. Na prática, a decisão depende do objetivo de cada pessoa. As contraindicações se concentram em quantidade e calorias. Portanto, quem está acima do peso ou em dieta de baixa caloria precisa de atenção extra, já que o azeite entrega energia alta em pouco volume. 100 gramas de azeite fornecem 900 calorias em gordura. Já uma colher de sopa, de 8 a 10 gramas, tem aproximadamente 80 quilocalorias, e a medida define o equilíbrio do hábito. Como referência geral, a quantidade diária recomendada em uma dieta saudável para pessoa com peso normal e estilo de vida ativo é de 40 gramas por dia, ou 4 colheres de sopa. Para variar, existe a opção de azeite com algumas gotas de limão. A mistura pode ajudar na digestão, no trânsito intestinal e na hidratação, além de mudar o sabor para quem tem dificuldade em tomar o azeite puro. No fim, vale buscar azeite extravirgem de alta qualidade, mesmo sabendo que nem sempre é simples identificar isso na compra. Por isso aparece a menção ao especialista Aleandro Ottanelli. “O ouro verde da nossa terra oferece sabores intensos e um aroma extremamente complexo, mas não é só isso”, explica a Dra. Annamaria Acquaviva, diretora científica do Palazzo di Varignana. “Na verdade, graças à sua vasta gama de micronutrientes e moléculas antioxidantes, o azeite extra virgem promove a absorção de vitaminas lipossolúveis dos ingredientes que tempera, conferindo um sabor único”, completa.
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